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Fast Fast Forward

Colecionadores - quem são e como os assessoramos?

Por

Quem são colecionadores hoje?

Philippe Bouchet: essencialmente, colecionadores são pessoas apaixonadas – e sempre foi assim. Durante o Renascimento, grandes coleções eram formadas por entusiastas que acumulavam seus objetos em gabinetes de curiosidades. Hoje isso não mudou muito. O que evoluiu foi o modo como a arte é comercializada, pois hoje a arte pode ser comprada em galerias, em grandes feiras internacionais, em leilões ou por meio de vendedores de arte ou de antiguidades ou consultores de arte.

Mathilde Duthoit-Michelet: eu concordo. Os colecionadores realmente não mudaram; e sim, foi a natureza das coleções que mudou. A evolução do conceito de arte fez com que filatelistas (colecionadores de selos), bibliófilos (colecionadores de livros), pessoas que colecionam revistas em quadrinhos e mesmo amantes de joias se tornassem colecionadores. As empresas podem também ter objetos, protótipos ou croquis que são raros e têm valor histórico ou um caráter patrimonial, que podem ser vistos como arte. Portanto, os que fazem isso, também são colecionadores.


Há tipos diferentes de colecionadores?

PB: há alguns anos, estabelecemos a tarefa de identificar diferentes perfis de colecionadores fazendo uma pesquisa global (Collectionner à l’ère du numérique, Grande Enquête Mondiale 2014 sur les Collectionneurs). Isso nos permitiu diferenciar diversos tipos de colecionadores: os Apaixonados, os Tradicionalistas, os Investidores e os Híbridos. Cada um tem suas especificidades, mas  a maioria simplesmente  confia em suas intuições ao comprar uma peça de arte e escolhe arte de que realmente gosta. Também descobrimos que o que mais importa para os colecionadores é a relação deles com uma peça, antes mesmo da qualidade, do valor – real ou potencial – ou de sua raridade ou originalidade.


O tipo de colecionador interfere quando se assessora um cliente?

MDM: dada a diversidade de perfis, tanto de colecionadores quanto de coleções, não há dois clientes iguais e as coberturas que fornecemos variam grandemente de um colecionador para outro. Contudo, aconselhamos todos os colecionadores a proteger suas coleções, mitigar os riscos que enfrentam e, quando fizer sentido, segurá-las. Ao fazê-lo, os subscritores de riscos  devem reunir o máximo de informação possível sobre as coleções de seus clientes, por meio de seus corretores ou assessores de arte.

PB: quando encontramos entusiastas e colecionadores, falamos com eles sobre técnicas de prevenção e proteção que são mais adequadas às suas necessidades. Podemos discutir conservação de arte e encaminhá-los a especialistas em restauração, profissionais de transporte e armazenamento especializados em obras de arte e peças de coleção. Às vezes encorajamos nossos clientes   particulares a atualizar o inventário e avaliar sua arte para ter certeza de que estão alinhados com o mercado.

 

Como vocês assessoram os colecionadores?

PB: valorizamos nossos relacionamentos com os colecionadores com os quais trabalhamos. Nossa abordagem foca na obra de arte, sua natureza e sensibilidade, o que requer que conheçamos bem tanto arte quanto avaliação de riscos. Abordamos cada cliente de um modo diferente, dependendo se estamos falando sobre pinturas antigas, instalações de arte moderna, arte primitiva ou arqueologia. Nossa experiência, expertise e conhecimento permitem que ofereçamos as soluções de seguro mais relevantes, independente do tipo de arte.

MDM: queremos que os colecionadores se sintam confiantes de que suas necessidades e as especificidades de suas coleções serão consideradas. Uma grande coleção que frequentemente é emprestada para museus não pode ser protegida da mesma forma que uma que está armazenada em um cofre ou em um depósito. É por isso que oferecemos uma variedade de coberturas flexíveis para coleções mostradas em exposições, armazenadas, em trânsito etc. Os clientes se beneficiam de nossa experiência em riscos complexos e de nosso conhecimento de seguro de especialidades, notadamente seguro de transporte.


Vocês lidam de forma diferente com coleções muito grandes, em função da quantidade de itens possuídos ou de seu valor?

MDM: como nossa abordagem é técnica e personalizada, grandes coleções são examinadas com a máxima atenção e seguradas por meio de soluções específicas. O valor dessas coleções, mesmo quando aumenta, em geral está dentro dos amplos limites que estamos capacitados a oferecer. De um modo geral, um dos problemas enfrentados por grandes colecionadores é o fato de que suas coleções estão espalhadas em diversos locais, porque eles podem ter várias residências pelo mundo, por exemplo. Contudo, esses riscos podem ser segurados por um único contrato, por meio do que denominamos programas globais.

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